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 ATIVIDADE 1 - HOLOCAUSTRO

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maria eduarda g

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MensagemAssunto: Re: ATIVIDADE 1 - HOLOCAUSTRO   ATIVIDADE 1 - HOLOCAUSTRO - Página 2 Icon_minitimeTer Set 27, 2016 11:39 am

Concordo com Maria Fernanda Pimentel pois para as crianças dessa época era muito difícil ter uma boa infância.
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Kill Games

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MensagemAssunto: Re: ATIVIDADE 1 - HOLOCAUSTRO   ATIVIDADE 1 - HOLOCAUSTRO - Página 2 Icon_minitimeTer Set 27, 2016 11:43 am

fernandapimentel escreveu:
Por Maria Fernanda de Sousa Pimentel, 9º B, nº 32

Ruth Gabriele Silten vivia na capital alemã, Berlim, com seus país e toda sua família, onde seu avô era dono de uma farmácia e de uma fabrica de produtos farmacêuticos.

Em 1938, o avô de Ruth foi obrigado a vender suas propriedades para um alemão. Após isso, o pai de Ruth decidiu que seria melhor para todos, se mudar para Amsterdã, pois naquela época era um local seguro para a morada dos judeus. Com apenas 5 anos de idade, Ruth não sabia por que teria que mudar tanto sua vida, pois a considerava boa, com todos os brinquedos e amigos.

Em 1940, com a invasão alemã a Holanda, Ruth, por ser muito pequena, se assustava com todas as tropas marchando na rua, e se perguntava por quê não podia mais brincar com seus amigos e por quê tinha que usar uma grande estrela amarela no peito. Quando tinha 9 anos, a família de Ruth foi deportada para um campo de concentração na Holanda, onde seus pais tiveram que trabalhar como escravos e ela teve que aprender a roubar para poder se alimentar.

Quando ela tinha 12 anos seus pais foram liberados, em em junho de 1945, e a família de Ruth retornou a Amsterdã e a viver.

Na minha opinião, os relatos dos sobreviventes da Segunda Guerra são sempre marcantes, principalmente daqueles que tiveram que sobreviver (ou morrer) em campos de concentração. Mas o horror maior do Holocausto é quando lemos a experiência de crianças, que tiveram sua infância roubada pelas atrocidades nazistas. No caso de Ruth, sem mesmo entender o que estava lhe ocorrendo, perdeu sua infância, tendo que sobreviver de maneira desumana e cruel.

Relembro, lendo este relato, as histórias semelhantes de Anne Frank e de Liesel Meminger, que também tiveram suas infâncias abaladas pela crueldade da guerra.


Concordo com a Fernanda Pimentel, Pois a vida de Anne foi muito complicada e marcante!
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Maria Alice Simplicio



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MensagemAssunto: Re: ATIVIDADE 1 - HOLOCAUSTRO   ATIVIDADE 1 - HOLOCAUSTRO - Página 2 Icon_minitimeTer Set 27, 2016 11:44 am

Maria Alice Simplicio 9° "B" N° 28
Hilda Kusserow nasceu e viveu em um lugar controlado pela Alemanha. Foi professora e pintora, e casou-se antes da primeira guerra com Franz Kusserow, tiveram 11 filhos e tornaram-se Testemunhas de Jeová. Então o lar da família Kusserow, tornou-se a sede de uma congregação daquela religião.
Entre 1933-39 os nazistas revistaram a casa da família muitas vezes pois eles continuavam firmes como Testemunhas de Jeová. Hilda foi detida e presa por 6 semanas por que continuou fazendo trabalho missionário, ele havia sido proibido. A polícia levou seus três filhos mais novos para reeducá-los em lares adotivos.
Dois de seus filhos foram mortos por se recusarem a servir no exército alemão. Hilda, seu marido, e suas duas filhas foram detidos por continuar com grupos de estudo a Bíblia. Quando a libertaram, falaram que ela podia ir para casa caso renunciasse sua fé. Quando ela recusou foi deportada para o campo de concentração, onde reencontrou duas de suas filhas que já estavam lá há um ano.
Durante uma marcha da morte saindo do campo de concentração, Hilda e suas duas filhas foram libertadas pelos soviéticos. Quando a Guerra terminou, elas retornaram ao seu lar.

Essa história, retrata a coragem e superação de uma mulher que perdeu parte da sua família, e voltou para sua casa após a Guerra.
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AllanTenorio



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MensagemAssunto: Re: ATIVIDADE 1 - HOLOCAUSTRO   ATIVIDADE 1 - HOLOCAUSTRO - Página 2 Icon_minitimeTer Set 27, 2016 11:45 am

janine muritiba escreveu:
Janine Muritiba 9° ''B'' N° 18
Catharina, cresceu em uma família em Amsterdã. O pai de Catharina era um bem-sucedido comerciante de diamantes e presidente da comunidade judaica de Amsterdã. Benno e Josette eram irmãos de Catharina.
Nos domingos de manhã e nas quartas-feiras, depois da aula na escola Montessori de Amsterdã, ela frequentava uma escola judaica particular. Ela e suas amigas adoravam se encontrar para conversar e fazer a lição de casa.
Entre 1940 e 1944, alemães invadiram a Holanda em maio de 1940, e sua família foi presa em 43. Eles foram levados para Westerbork, na Holanda, e, oito meses depois, para o campo de concentração de Bergen-Belsen. Em 1944, os nazistas decidiram montar uma fábrica de diamantes,   usando os contatos dos judeus que conheciam o negócio. Como seu pai trabalhava com diamantes, eles não foram enviados para os campos de extermínio.
Com o avanço dos soviéticos, prisioneiros foram para destino ao oeste. No dia 13 de abril de 1945, ela foi libertada e Catharina emigrou para os Estados Unidos em 51.
 Essa história mostra a sorte que Catharina e sua família teve ao ''escaparem'' de um possível extermínio.


Allan Tenório. Concordo, porque a história de Catharina e seus familiares teve uma fuga de um exterminio .
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Maria Eduarda Sampaio



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MensagemAssunto: Re: ATIVIDADE 1 - HOLOCAUSTRO   ATIVIDADE 1 - HOLOCAUSTRO - Página 2 Icon_minitimeTer Set 27, 2016 11:47 am

Maria Eduarda Sampaio N:31 MARIA SAVA MOISE
O Holocausto foi a perseguição e o extermínio que foi organizado e patrocinado pelo governo nazista, de aproximadamente seis milhões de judeus pela Alemanha e seus então colaboradores.

Maria vivia na capital de moldávia. Ela era uma dos quatro filhos de um casal de ciganos. Seu pai conseguia o sustento como cantor e trabalhador braçal. Os pais de Maria não tinham condições financeiras, e por isso ela não frequentava escola. Para ajudar na renda familiar, ela e os irmãos mais velhos trabalharam por longas horas, que iria das cinco da manha ate a noite. Sua adolescência foi marcada por um período de tensão e de guerra, onde ela, e todos os ciganos foram aprisionados pelos policiais romenos para região do leste. Eles ficaram aprisionados em uma fazenda, sem comida, e em campo aberto. E foi por este motivo que sua irmã acabou morrendo. Sua família teve sorte, seu marido conseguiu fugir e seu pai no mesmo ano conseguiu levar todos de voltar para Romênia. Apos a guerra ela se reencontrou com o marido.

Essa é uma historia de superação, pois mesmo depois de ter perdido a irma, e ter participado desse momento tenso, Maria e sua família conseguiram voltar para Romênia e se reencontrar com o marido.
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barbara castro



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MensagemAssunto: Re: ATIVIDADE 1 - HOLOCAUSTRO   ATIVIDADE 1 - HOLOCAUSTRO - Página 2 Icon_minitimeTer Set 27, 2016 11:49 am

Barbara castro 9anoB n:8

PAULA GARFINKEL

Paula era uma das quatro crianças de uma família judia religiosa que vivia em Lodz, uma cidade industrial com uma grande população judaica. Quando criança, Paula freqüentava escolas públicas e três vezes por semana recebia instrução religiosa em casa. Seu pai era dono de uma loja de móveis.
Em 1944 Paula foi deportada para Bremen, na Alemanha, como trabalhadora escrava. Ela foi liberada do campo de Bergen-Belsen em 1945, e depois da Guerra emigrou para os Estados Unidos.
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Luiz Haroldo



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MensagemAssunto: Re: ATIVIDADE 1 - HOLOCAUSTRO   ATIVIDADE 1 - HOLOCAUSTRO - Página 2 Icon_minitimeTer Set 27, 2016 11:50 am

Luiz Haroldo Nº26/Adolfo Arnaldo: Adolfo nasceu em uma família católica na álsacia, ele foi criado por um tio por ter ficado órfão aos 12 anos de idade, ele se especializou-se em design.Ele casou-se e teve uma filha .Em 1933 trabalhou em mulhouse em umas das maiores empresas impressoras da frança. Adolfo e sua esposa se converteram a testemunhas de jeová. Em 1940 os alemães invadiram Mulhouse e foi preso devido a sua religião, depois de dois meses foi mandado para o campo de concentração de Dachau, onde foi espancado por soldados e transformado em cobaia humana em experiêncis médicas com malária.Em setembro de 1944 foi transferido para o campo de concentração de Mauthausen.Adolfo foi libertado em maio de 1945 em Embensee, depois da guerra ele retornnou a frança e finalmente conseguindo reencontrar sua família.
Essa historia como era difícil a vida de pessoas de religiões pouco aceitas naquela época
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lucas leite da costa



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MensagemAssunto: Re: ATIVIDADE 1 - HOLOCAUSTRO   ATIVIDADE 1 - HOLOCAUSTRO - Página 2 Icon_minitimeTer Set 27, 2016 11:56 am

Lucas Leite da Costa,nº23 9ºB
YVES OPPERT, nasceu na França e aos 7 anos perdeu sua mãe, assim crescendo na casa de seu avô. Durante o crescimento de Yves, veio tornando-se um grande homem em negócios e era dono de lojas de departamentos. Era um ávido alpinista e gostava muito de esportes, que cumpriu o serviço militar na Corporação Alpina Francesa.
Em 1934, Yves casou-se com Paulette Weill, e tiveram duas filhas, uma chamava-se Nadine e a outra era Francelyn. Em 1938, foi convocado ao exercito Francês e serviu por cinco meses como tenente, pois a guerra estava prestes a acontecer devido a crise da Tchecoslováquia. Yves também foi convocado à guerra contra a Alemanha em setembro de 1939 na 2º guerra mundial. Mas ele foi capturado pela Alemanha em seu próprio território, mas depois de um tempo conseguiu escapar e permaneceu para lutar contra o inimigo.
Com o seu estoque, Yves distribuiu comida, cobertores, barracas, e roupas para a Resistência Francesa Livre. Ajudou crianças judias a serem escondidas pois a Alemanha estabelecia uma ordem de antissemitista que era o ódio ao judeu em conventos e fazendas. Yves coordenou a resistência em Savoy, mas foi capturado na chegada dos aliados à França pela Alemanha. Foi torturado e assassinado em Etercy, no dia 24 de Junho de 1944, aos 35 anos de idade. Contudo, Yves foi presenteado com a Medalha Militar, com a Legião de Honra, e com a Cruz de Guerra da França.
No entando, achei que Yves foi exemplo de militar corajoso que empunhava tudo, que lutou e sofreu durante a guerra. Ele ganhou merecidamente a Medalha Militar, pelo seu querer de lutar na guerra.
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Luiz Haroldo



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MensagemAssunto: Re: ATIVIDADE 1 - HOLOCAUSTRO   ATIVIDADE 1 - HOLOCAUSTRO - Página 2 Icon_minitimeTer Set 27, 2016 12:02 pm

AllanTenorio escreveu:
janine muritiba escreveu:
Janine Muritiba 9° ''B'' N° 18
Catharina, cresceu em uma família em Amsterdã. O pai de Catharina era um bem-sucedido comerciante de diamantes e presidente da comunidade judaica de Amsterdã. Benno e Josette eram irmãos de Catharina.
Nos domingos de manhã e nas quartas-feiras, depois da aula na escola Montessori de Amsterdã, ela frequentava uma escola judaica particular. Ela e suas amigas adoravam se encontrar para conversar e fazer a lição de casa.
Entre 1940 e 1944, alemães invadiram a Holanda em maio de 1940, e sua família foi presa em 43. Eles foram levados para Westerbork, na Holanda, e, oito meses depois, para o campo de concentração de Bergen-Belsen. Em 1944, os nazistas decidiram montar uma fábrica de diamantes,   usando os contatos dos judeus que conheciam o negócio. Como seu pai trabalhava com diamantes, eles não foram enviados para os campos de extermínio.
Com o avanço dos soviéticos, prisioneiros foram para destino ao oeste. No dia 13 de abril de 1945, ela foi libertada e Catharina emigrou para os Estados Unidos em 51.
 Essa história mostra a sorte que Catharina e sua família teve ao ''escaparem'' de um possível extermínio.


Allan Tenório. Concordo, porque a história de Catharina e seus familiares teve uma fuga de um exterminio .
Luiz Haroldo , concordo pois catharina conseguiram escapar de um possível extermínio com muita sorte
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Luiz Haroldo



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MensagemAssunto: Re: ATIVIDADE 1 - HOLOCAUSTRO   ATIVIDADE 1 - HOLOCAUSTRO - Página 2 Icon_minitimeTer Set 27, 2016 12:10 pm

Maria Eduarda Sampaio escreveu:
Maria Eduarda Sampaio N:31 MARIA SAVA MOISE
O Holocausto foi a perseguição e o extermínio que foi organizado e patrocinado pelo governo nazista, de aproximadamente seis milhões de judeus pela Alemanha e seus então colaboradores.

Maria vivia na capital de moldávia. Ela era uma dos quatro filhos de um casal de ciganos. Seu pai conseguia o sustento como cantor e trabalhador braçal. Os pais de Maria não tinham condições financeiras, e por isso ela não frequentava escola. Para ajudar na renda familiar, ela e os irmãos mais velhos trabalharam por longas horas, que iria das cinco da manha ate a noite. Sua adolescência foi marcada por um período de tensão e de guerra, onde ela, e todos os ciganos foram aprisionados pelos policiais romenos para região do leste. Eles ficaram aprisionados em uma fazenda, sem comida, e em campo aberto. E foi por este motivo que sua irmã acabou morrendo. Sua família teve sorte, seu marido conseguiu fugir e seu pai no mesmo ano conseguiu levar todos de voltar para Romênia. Apos a guerra ela se reencontrou com o marido.

Essa é uma historia de superação, pois mesmo depois de ter perdido a irma, e ter participado desse momento tenso, Maria e sua família conseguiram voltar para Romênia e se reencontrar com o marido.
Luiz Haroldo: concordo, pois Maria mesmo com poucas condições financeiras e logo após uma guerra ela consegue encontra seu marido
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AllanTenorio



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MensagemAssunto: Re: ATIVIDADE 1 - HOLOCAUSTRO   ATIVIDADE 1 - HOLOCAUSTRO - Página 2 Icon_minitimeTer Set 27, 2016 12:15 pm

Allan Tenório,Nº4 9Ano B


Zalie era a segunda das três filhas de um casal de imigrantes judeus, em seu ensino fundamental ela apreendeu história sobre Hitler, porém ela falava que não tinha medo dele . Sua família, seu pai, sua mãe contava muitas coisas que aconteciam com os judeus na Alemanha não aconteceriam com a gente na França.

Em 1942, o pai de Zalie foi deportado juntamente com outros judeus nascidos na Polônia, em seguida sua mãe também foi deportada.Depois disso, Zalie  fugiu de Paris com documentos falsos que escondiam sua identidade. Após isso com seus 16 anos ela se torneo Zalie Guerin, com seus 16 anos. Ela se passou por Francesa por muitos anos, até então se descoberta e ser presa. 
E Zalie, aos 17 anos, foi deportada para Auschwitz em um comboio de crianças, no dia 31 de julho de 1944. e ela sobreviveu aos campos de concentração e voltou a morar em Paris depois da Guerra.
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Luiz Haroldo



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MensagemAssunto: Re: ATIVIDADE 1 - HOLOCAUSTRO   ATIVIDADE 1 - HOLOCAUSTRO - Página 2 Icon_minitimeTer Set 27, 2016 12:16 pm

Maria Alice Simplicio escreveu:
Maria Alice Simplicio 9° "B" N° 28
Hilda Kusserow nasceu e viveu em um lugar controlado pela Alemanha. Foi professora e pintora, e casou-se antes da primeira guerra com Franz Kusserow, tiveram 11 filhos e tornaram-se Testemunhas de Jeová. Então o lar da família Kusserow, tornou-se a sede de uma congregação daquela religião.
Entre 1933-39 os nazistas revistaram a casa da família muitas vezes pois eles continuavam firmes como Testemunhas de Jeová. Hilda foi detida e presa por 6 semanas por que continuou fazendo trabalho missionário, ele havia sido proibido. A polícia levou seus três filhos mais novos para reeducá-los em lares adotivos.
Dois de seus filhos foram mortos por se recusarem a servir no exército alemão. Hilda, seu marido, e suas duas filhas foram detidos por continuar com grupos de estudo a Bíblia. Quando a libertaram, falaram que ela podia ir para casa caso renunciasse sua fé. Quando ela recusou foi deportada para o campo de concentração, onde reencontrou duas de suas filhas que já estavam lá há um ano.
Durante uma marcha da morte saindo do campo de concentração, Hilda e suas duas filhas foram libertadas pelos soviéticos. Quando a Guerra terminou, elas retornaram ao seu lar.

Essa história, retrata a coragem e superação de uma mulher que perdeu parte da sua família, e voltou para sua casa após a Guerra.
Luiz Haroldo:concordo,pois é difícil superar a perda de uma família quase toda
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Gabriel Lira



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MensagemAssunto: Re: ATIVIDADE 1 - HOLOCAUSTRO   ATIVIDADE 1 - HOLOCAUSTRO - Página 2 Icon_minitimeTer Set 27, 2016 12:22 pm

Gabriel Lira - N° 13

Jozef Wilk

  Ele era o mais novo entre os 3 filhos de uma família católica na cidade de Rzeszow(sul da polônia), e seu pai era um oficial de carreira no exército polonês , jozef era muito bom em esportes  e seu esporte favorito era a ginastica, e ele também estudava piano.
  Quando ele tinha 14 anos de idade a Alemanha invadiu a polônia, afetando profundamente jozef, já que ele foi criado para amar e defender sua pátria, os alemães começaram a bombardear Varsóvia, a capital polonesa, mas ele era muito jovem para poder unir-se ao exército polonês.
  Os alemães quando chegaram em Rzeszow , jozef partiu para Varsóvia onde foi morar com suas duas irmãs.
 Em Varsóvia, Josef tornou-se sapeador de uma unidade especial da resistência polonesa, e seu codinome era "Orlik", durante a revolta de gueto de Varsóvia, sua unidade recebeu ordens para explodir e abrir uma parte do muro do mencionado gueto, para que os judeus pudessem escapar, quando as unidades de jozef estavam a caminho com os explosivos e armas sob seus casacos das muralhas, seu amigo “Mlodek”, tropeçou e sua pistola caiu no chão, um policial nazista viu e abriu fogo, as unidades alemãs abriram fogo antes que o grupo de jozef pudesse chegar no muro, jozef e  Mlodek foram mortos, suas unidades recuaram e dotonaram o explosivos, explodindo o corpo dos dois.
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Luize Gouveia

Luize Gouveia

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MensagemAssunto: Re: ATIVIDADE 1 - HOLOCAUSTRO   ATIVIDADE 1 - HOLOCAUSTRO - Página 2 Icon_minitimeTer Set 27, 2016 2:32 pm

concordo com a Fernanda Pimentel, lendo esse fato me recordei do livro também, Anne Frank foi uma entre milhões de pessoas que foram vitimas do holocausto.


Última edição por Luize Gouveia em Ter Set 27, 2016 3:17 pm, editado 1 vez(es)
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Lais Carolina



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MensagemAssunto: Lais Carolina Florêncio Santos 9 " B " N ° : 21    ATIVIDADE 1 - HOLOCAUSTRO - Página 2 Icon_minitimeTer Set 27, 2016 3:07 pm

WOLFGANG KUSSEROW

Quando ainda bebê, seus pais se tornaram Testemunhas de Jeová. Quando Wolfgang tinha apenas 9 anos de idade sua família foi para Bad Lippspringe, uma pequena cidade na região da Westfália.Sua casa tornou-se a sede de uma nova congregação das Testemunhas de Jeová.
Em 1933 a família Kusserow estava sendo investigada pela polícia secreta nazista devido à sua religião pacifista. Como Testemunha de Jeová, Wolfgang acreditava que devia obediência suprema a Deus e Suas leis, principalmente o mandamento de "amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo". Mesmo após os nazistas prenderem a seu pai e seu irmão mais velho, Wilhelm, a família Kusserow continuou a realizar, ilegalmente, encontros para estudos bíblicos em sua casa.
Acreditando que Deus, e não Hitler, era seu guia e obedecendo ao Quinto Mandamento, "Não matarás", Wolfgang recusou-se a alistar-se no exército alemão.
Ele foi preso em dezembro de 1941.Após meses na prisão, Wolfgang foi julgado e condenado à morte. Na noite anterior à sua execução, ele escreveu para a família reafirmando sua devoção a Deus.
Wolfgang foi decapitado por guilhotina na Prisão de Brandemburgo no dia 28 de março de 1942. Ele tinha apenas 20 anos de idade.
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maickyson



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MensagemAssunto: Re: ATIVIDADE 1 - HOLOCAUSTRO   ATIVIDADE 1 - HOLOCAUSTRO - Página 2 Icon_minitimeTer Set 27, 2016 5:43 pm

maickyson oliveira N-27

20 de abril de 1931, Wampersdorf, Áustria
Karl Stojka

Karl era o quarto dos seis filhos de uma família de ciganos católicos que vivia no povoado de Wampersdorf, leste da Áustria. Os Stojkas pertenciam a uma tribo cigana chamada Lowara Roma que vivia do comércio itinerante de cavalos. Eles moravam em carroças que transportavam famílias inteiras e passavam os invernos em Viena, capital da Áustria. Os antepassados de Karl haviam vivido na Áustria por mais de 200 anos.

1933-39: Cresci acostumado à liberdade, viagen, e trabalho duro. Pouco antes que eu completasse sete anos a Alemanha anexou a Áustria. Em março de 1938 nossa carroça estava estacionada em uma area própria para tais veículos, na área de camping de Viena, para passar o inverno, e os alemães nos deram ordem para permanecermos no mesmo local. Meus pais transformaram nossa carroça em uma casa de madeira, mas eu não estava acostumado a ter paredes me cercando. Meu pai e minha irmã mais velha foram trabalhar em uma fábrica, e eu iniciei meus estudos primários.

1940-44: Em 1943 minha família havia sido deportada para um campo nazista em Birkenau, destinado a prender milhares de ciganos. Passamos a viver cercados por arames farpados. Por volta de agosto de 1944 apenas 2.000 ciganos haviam conseguido sobreviver, e dentre eles eu e mais 917 outros fomos colocados em um vagão para efetuarmos trabalho escravo em Buchenwald. Lá chegando, os alemães decidiram que 20 de nós éramos incapazes de suportar o trabalho e resolveram nos enviar de volta para Birkenau. Eu era um dos incapazes, pois me consideraram muito jovem para conseguir efetuar os trabalhos, mas meu irmão e meu tio disseram que eu tinha 14 anos e era pequeno por ser anão. Assim, eu consegui ficar. Os outros foram mandados para a morte por inalação de gases venenosos.

Karl mais tarde foi deportado para o campo de concentração de Flossenbürg. Ele foi libertado perto de Roetz, na Alemanha, pelas tropas norte-americanas no dia 24 de abril de 1945. Depois da Guerra ele retornou a Viena.

realmente as crianças não tinhão liberdade de escolher elas eram forcadas a trabalhar enquanto seus pais estava no campo de concentração uma historia isso era horrível sendo um dos piores momentos da guerra
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maickyson



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MensagemAssunto: concordo tambem adicionando que as pessoas no caso os filhos não tinha direito de escolher o que fazer    ATIVIDADE 1 - HOLOCAUSTRO - Página 2 Icon_minitimeTer Set 27, 2016 5:50 pm

Maria Alice Simplicio escreveu:
Maria Alice Simplicio 9° "B" N° 28
Hilda Kusserow nasceu e viveu em um lugar controlado pela Alemanha. Foi professora e pintora, e casou-se antes da primeira guerra com Franz Kusserow, tiveram 11 filhos e tornaram-se Testemunhas de Jeová. Então o lar da família Kusserow, tornou-se a sede de uma congregação daquela religião.
Entre 1933-39 os nazistas revistaram a casa da família muitas vezes pois eles continuavam firmes como Testemunhas de Jeová. Hilda foi detida e presa por 6 semanas por que continuou fazendo trabalho missionário, ele havia sido proibido. A polícia levou seus três filhos mais novos para reeducá-los em lares adotivos.
Dois de seus filhos foram mortos por se recusarem a servir no exército alemão. Hilda, seu marido, e suas duas filhas foram detidos por continuar com grupos de estudo a Bíblia. Quando a libertaram, falaram que ela podia ir para casa caso renunciasse sua fé. Quando ela recusou foi deportada para o campo de concentração, onde reencontrou duas de suas filhas que já estavam lá há um ano.
Durante uma marcha da morte saindo do campo de concentração, Hilda e suas duas filhas foram libertadas pelos soviéticos. Quando a Guerra terminou, elas retornaram ao seu lar.

Essa história, retrata a coragem e superação de uma mulher que perdeu parte da sua família, e voltou para sua casa após a Guerra.
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Maria Alice Simplicio



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MensagemAssunto: Maria Alice : Concordo Janine, Catharina sofreu no campo de concentração e a sorte do pai dela trabalhar com diamantes fez com que ela e sua família não fossem exterminados.   ATIVIDADE 1 - HOLOCAUSTRO - Página 2 Icon_minitimeTer Set 27, 2016 7:00 pm

janine muritiba escreveu:
Janine Muritiba 9° ''B'' N° 18

Catharina, cresceu em uma família em Amsterdã. Seu pai era comerciante de diamantes bem-sucedido e presidente da comunidade judaica de Amsterdã. Benno e Josette eram seus irmãos.
Catharina estudava na escola Montessori de Amsterdã, depois da aula ela e suas amigas adoravam se encontrar para conversar e fazer a lição de casa.
Entre 1940 e 1944, alemães invadiram a Holanda em maio de 1940, e sua família foi presa em 43. Eles foram levados para Westerbork, na Holanda, e, oito meses depois, para o campo de concentração de Bergen-Belsen. Em 1944, os nazistas decidiram montar uma fábrica de diamantes, usando os contatos dos judeus que conheciam o negócio. Como seu pai trabalhava com diamantes, eles não foram enviados para os campos de extermínio.
Com o avanço dos soviéticos, prisioneiros foram para destino ao oeste. No dia 13 de abril de 1945, ela foi libertada e Catharina emigrou para os Estados Unidos em 51.

Essa história mostra a sorte que Catharina e sua família tiveram ao ''escaparem'' de um possível extermínio.
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MensagemAssunto: Maria Alice : O holocausto foi uma época horrível, e o mais sensato a se fazer no caso de Liliana foi emigrar para os Estados Unidos, onde deixou de viver seu sonho para sobreviver a Guerra.   ATIVIDADE 1 - HOLOCAUSTRO - Página 2 Icon_minitimeTer Set 27, 2016 7:20 pm

Iris Maria escreveu:
Iris Maria Bandeira Barreto (Nº 17)
O holocausto foi a perseguição e o extermínio de judeus e outros povos pelos nazistas, por acreditarem que os alemães eram "racialmente superiores". Liliana Guzenfiter, nascida em 16 de junho de 1924 na Polônia, foi vítima desse sistema. Seu sonho era ir para Paris e estudar na Sorbonne, pois queria cursar direito e ser a segunda mulher polonesa com o cargo de promotora de justiça. Liliana chegou a ser agredida e chamada de judia imunda na escola onde estudava, teve sua família morta e sobreviveu trabalhando como escrava nos campos de Majdanek e Skarzysko-Kamienna, até ser libertada em Czestochowa, em 18 de janeiro de 1945. Em 1950 ela emigrou para os Estados Unidos. Na Segunda Guerra Mundial, existiram mais de 5 mil campos de concentração espalhados pela Europa. Juntos, eles foram responsáveis pela morte de 6 milhões de pessoas. O holocausto deixou terríveis marcas em todo o mundo. Inocentes foram mortos, mães sem seus filhos, crianças órfãs, famílias foram destruídas, e no caso de Liliana, ela não pôde realizar seu sonho por conta dessa barbárie que até hoje choca a todos - e continua inexplicável.
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janine muritiba



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MensagemAssunto: Com certeza eu concordo com Maria Alice Simplício. Mesmo Hilda encontrando duas de suas filhas, ela ainda perdeu outros membros da família e refez sua vida...    ATIVIDADE 1 - HOLOCAUSTRO - Página 2 Icon_minitimeTer Set 27, 2016 7:29 pm

Maria Alice Simplicio escreveu:
Maria Alice Simplicio 9° "B" N° 28
Hilda Kusserow nasceu e viveu em um lugar controlado pela Alemanha. Foi professora e pintora, e casou-se antes da primeira guerra com Franz Kusserow, tiveram 11 filhos e tornaram-se Testemunhas de Jeová. Então o lar da família Kusserow, tornou-se a sede de uma congregação daquela religião.
Entre 1933-39 os nazistas revistaram a casa da família muitas vezes pois eles continuavam firmes como Testemunhas de Jeová. Hilda foi detida e presa por 6 semanas por que continuou fazendo trabalho missionário, ele havia sido proibido. A polícia levou seus três filhos mais novos para reeducá-los em lares adotivos.
Dois de seus filhos foram mortos por se recusarem a servir no exército alemão. Hilda, seu marido, e suas duas filhas foram detidos por continuar com grupos de estudo a Bíblia. Quando a libertaram, falaram que ela podia ir para casa caso renunciasse sua fé. Quando ela recusou foi deportada para o campo de concentração, onde reencontrou duas de suas filhas que já estavam lá há um ano.
Durante uma marcha da morte saindo do campo de concentração, Hilda e suas duas filhas foram libertadas pelos soviéticos. Quando a Guerra terminou, elas retornaram ao seu lar.

Essa história, retrata a coragem e superação de uma mulher que perdeu parte da sua família, e voltou para sua casa após a Guerra.
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Maria Alice Simplicio



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MensagemAssunto: Concordo Julia, foi o mais adequado a se fazer, pois já perderam um dos membros de sua família, e não podiam arriscar a vida do resto de todo o resto.   ATIVIDADE 1 - HOLOCAUSTRO - Página 2 Icon_minitimeTer Set 27, 2016 7:30 pm

JuliaAbreu escreveu:
Julia Abreu Figueiredo Barbosa Bernardo- 19

Inge Scheer,nasceu em 11 de Janeiro de 1930, sua família era composta por seus pais,ela e sua irmã, eles viviam em Viena(Áustria) e eram judeus. Quando os alemães atacaram a Áustria Inge e sua família tiveram que se mudar para a Bélgica, lá ela e sua família tiveram que mudar todo o seu modo de vida inclusive ela teve que ingressar em uma escola católica, alem de ter mudado seu nome para Irene ele teve que fazer teatro para se distrair daquele período de guerra, com isso ela se tornou famosa ate que sua irmã foi sequestrada (no período em que os alemães invadiram a Bélgica). Então ela e sua família tiveram que procurar sua irmã e descobriram que ela estava morta, então eles perceberam que continuar na Bélgica era um perigo, ate que a guerra teve fim e ela junto com a sua família se mudaram para a Argentina e em 1949 imigraram para os Estados Unidos.

Em minha opinião a atitude da família em relação a situação que estavam passando foi adequada, porque se eles continuassem lá eles poderiam correr o risco de serem mortos ou colocados em um campo de concentração, onde seriam mortos do mesmo jeito.
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janine muritiba



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MensagemAssunto: Concordo com Maria Cecília Torres. Realmente as pessoas que conviveram nessa época assustadora, passaram por situações extremas e para Gertrud uma saída foi o suicídio.   ATIVIDADE 1 - HOLOCAUSTRO - Página 2 Icon_minitimeTer Set 27, 2016 7:49 pm

Maria Cecília escreveu:
Maria Cecília Torres, Nº 29, 9º "B"

Gertrud Teppich nasceu em Berlim em uma família judia. Com um pouco mais de vinte anos, casou-se e teve duas filhas. Em 1931 ficou viúva e cinco anos após os nazistas assumirem o poder, sua filha mais velha, Ilse, fugiu para Amsterdã e no ano seguinte a mais nova foi para a Suiça a trabalho, porém permaneceu por lá e Gertrud ficou sozinha em seu apartamento em Berlim.
Durante o período da Guerra, foram estabelecidas leis nazistas que obrigavam os judeus a vender seus imóveis e utensílios domésticos a alemães arianos e a renda obtida seria revertida ao governo nazista. Sua cunhada era alemã ariana e a ajudaria comprando sua mobília, pois assim Gertrud pôde reter seus pertences.
Em 1942, ela recebeu um aviso dizendo que seria deportada em breve e acabou se suicidando, pois preferia morrer a ser deportada para os campos de concentração.

Essa história mostra que as pessoas preferiam morrer do que serem levadas para os campos de concentração pois lá elas seriam maltratadas.
o
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janine muritiba



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MensagemAssunto: Iris Maria está correta. No Holocausto vidas foram destruídas, e umas das pessoas afetada foi Liliana, que teve seu sonho acabado durante esse período.    ATIVIDADE 1 - HOLOCAUSTRO - Página 2 Icon_minitimeTer Set 27, 2016 8:20 pm

Iris Maria escreveu:
Iris Maria Bandeira Barreto (Nº 17)
O holocausto foi a perseguição e o extermínio de judeus e outros povos pelos nazistas, por acreditarem que os alemães eram "racialmente superiores". Liliana Guzenfiter, nascida em 16 de junho de 1924 na Polônia, foi vítima desse sistema. Seu sonho era ir para Paris e estudar na Sorbonne, pois queria cursar direito e ser a segunda mulher polonesa com o cargo de promotora de justiça. Liliana chegou a ser agredida e chamada de judia imunda na escola onde estudava, teve sua família morta e sobreviveu trabalhando como escrava nos campos de Majdanek e Skarzysko-Kamienna, até ser libertada em Czestochowa, em 18 de janeiro de 1945. Em 1950 ela emigrou para os Estados Unidos. Na Segunda Guerra Mundial, existiram mais de 5 mil campos de concentração espalhados pela Europa. Juntos, eles foram responsáveis pela morte de 6 milhões de pessoas. O holocausto deixou terríveis marcas em todo o mundo. Inocentes foram mortos, mães sem seus filhos, crianças órfãs, famílias foram destruídas, e no caso de Liliana, ela não pôde realizar seu sonho por conta dessa barbárie que até hoje choca a todos - e continua inexplicável.
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Marília Morais

Marília Morais

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MensagemAssunto: Re: ATIVIDADE 1 - HOLOCAUSTRO   ATIVIDADE 1 - HOLOCAUSTRO - Página 2 Icon_minitimeTer Set 27, 2016 9:24 pm

Marília Morais -9º B N-43

•Hans Heimann
Hans nasceu judeu em Viena na Áustria, frequentou boas escolas , que o ensinaram a lingua inglesa e a alemã.
Tinha um estilo de vida confortável, devido a empresa de exportação de chapéus femininos suportada por seus pais.
Hans cursava a faculdade em 1938 quando os alemães anexaram a Áustria , ele podia ver da janela de sua casa o momento em que Hitler e suas tropas marcharam por entre as ruas de Viena. Com isso foi imediatamente expulso da faculdade, e sua família foi informada por um austríaco designado por tropas alemãs ,que afirmou instruções para acabar com a firma de chapéus.Seus pais não acreditavam mais em um bom futuro para a Alemanha após o ocorrido , assim partiram e se alojaram na Itália específicamente na cidade de Gênova em 1939.Certo dia , bateram à sua porta dois policiais italianos com mandatos de prisão, devido à religião da família (judia) , afirmavam porém para não se preocuparem , pois eram humanos e não animais (brutos , insensíveis) como os alemães.
Eles foram levados ao vilarejo de Compagna e um mês depois a Tortoreto no centro do país, foram hospedados muito bem , em um hotel á beira-mar com liberdade de ida e vinda;poderiam ir ao cinema e até recebiam uma pequena quantia de dinheiro.
Em 1943 foram libertos pelo exército britânico.
Após a libertação , Hans passou cerca de três anos organizando o transporte clandestino de refugiados judeus da Europa, para a área de mandato britânico, conhecida como Palestina.
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maickyson



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MensagemAssunto: Re: ATIVIDADE 1 - HOLOCAUSTRO   ATIVIDADE 1 - HOLOCAUSTRO - Página 2 Icon_minitimeTer Set 27, 2016 9:43 pm

Lucas Oliveira S.R.Barros, n:24- 9 ano B

Dora Rivkina era a segunda das três filhas de uma família de judeus em Minsk, capital da Bielorrússia. Antes da segunda guerra mundial a maior parte da população era judaica. Em 1941, os invasores alemães chegaram a Minsk e a família de Dora foi mandada para o gueto de sua cidade, porém 3 anos depois, o gueto foi evacuado, e Dora, com 19 anos, conseguiu fugir de um grupo aprisionado e se juntar aos anti-nazistas, mas os alemães rapidamente os capturaram, nesse momento eles logo perceberam a presença de judeus no grupo e para a infelicidade de Dora, uma companheira acabou apontando para ela. Os alemães acabaram amarrando as mãos de Dora, prenderam uma pedra em seu pescoço e jogaram em um rio, atirando em seu corpo em seguida.

Na minha opinião, os relatos são bastante interessantes e marcantes, mas da mesma forma são tristes, como o de Dora, que perdeu parte de sua adolescência e não teve à oportunidade de construir uma família por causa da guerra.
Concordo Lucas já que as pessoas não tinha direito de escolher
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MensagemAssunto: Re: ATIVIDADE 1 - HOLOCAUSTRO   ATIVIDADE 1 - HOLOCAUSTRO - Página 2 Icon_minitime

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